A tuberculose é uma doença infecciosa e altamente transmissível, causada pela bactéria chamada Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch (BK) e que afeta principalmente os pulmões, sendo capaz também de afetar qualquer outro órgão de nosso corpo.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a cada ano, são registrados em média, 70 mil novos casos da doença no país, com cerca de 4,5 mil mortes em decorrência da tuberculose.

Existem grupos populacionais que estão mais propensos a serem acometidos pela doença, sendo estes indivíduos, aqueles com sistema imunológico debilitado. Alguns fatores colaboram para a queda de nossa imunidade, nos deixando mais expostos à contaminação pelo vírus, como:

  • Alimentação pobre em nutrientes e pouco variada;
  • Tabagismo;
  • Alcoolismo;
  • Condições de higiene.

A transmissão da doença é, quase que na totalidade dos casos, transmitida por via aérea (através da tosse, fala e espirros), o que se justifica pela maior quantidade de casos pulmonares.

A tuberculose pode causar diversos sintomas, uma vez que pode afetar diferentes órgãos. Contudo, de modo geral, identifica-se que todos os indivíduos com a doença apresentam sintomas, como:

  • Febre, cansaço e desânimo;
  • Perda de apetite e peso;
  • Em casos pulmonares: tosse intensa e prologada, acompanhada ou não de secreção.

Busque atendimento médico caso apresente tosse prolongada (por mais de 3 semanas)!

O diagnóstico da doença pode ser realizado de forma simples, através da avaliação clínica presencial do paciente e da realização de exames específicos.

A tuberculose é uma doença grave, porém curável, em praticamente 100% dos casos. O tratamento para a doença é medicamentoso e estende-se por um período de 6 meses, onde o uso do medicamento deve ser realizado de forma regular, diariamente. Todos os medicamentos necessários para o tratamento da tuberculose são fornecidos pela rede pública de saúde (SUS) de forma gratuita.

A prevenção pode ser realizada, principalmente, através da imunização pela vacina BCG, que deve ser realizada preferencialmente, no primeiro mês de vida da criança e por meio de outros cuidados, como:

  • Manter uma alimentação variada, rica em alimentos in natura e pouco processados;
  • Procure manter os ambientes coletivos e casa arejados, permitindo a maior entrada de ar e luz solar;
  • Evite o contato com indivíduos que estejam contaminados pela doença;
  • Realize os cuidados de higiene, como: higienização frequente das mãos e cobrir a boca com lenços descartáveis ao tossir e espirrar.